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Nos debates que vi até ontem, Marcelo Rebelo de Sousa assumiu um papel de “Presidente Pai”. Foi muito paternalista com Marisa Matias, com Tiago Mayan e com João Ferreira, mostrando paciência perante as críticas e recorrendo, simultaneamente, a um tom educativo. Uma espécie de combinação entre “Pai da nação” e “Professor dos candidatos”.

De certo modo, o papel de candidato é ingrato para Marcelo Rebelo de Sousa. Durante o dia é Presidente e à noite é candidato ao seu lugar. Ora, para lidar com o incómodo, Marcelo decidiu ser “candidato” durante grande parte do dia, nos contactos com os eleitores (mais frequentes do que os dos outros candidatos por causa do exercício das funções presidenciais) e Presidente nos debates.

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