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Podcast “Fora do baralho” com Susana Peralta, Luís Aguiar-Conraria, Jorge Fernandes e João Marques de Almeida. Debate moderado por Vanessa Cruz. Lisboa, 25 de Novembro de 2021. FILIPE AMORIM/OBSERVADOR

João Marques de Almeida

Colunista

Nasci em Luanda, em 1965. Licenciei-me em Relações Internacionais na Universidade Lusiada, depois fiz o Mestrado também em Relações Internacionais na Universidade de Kent, no Reino Unido e, a seguir, o Doutoramento em Relações Internacionais e Ciencia Politica na London School of Economics. Em Portugal dei aulas de Relações Internacionais e de Ciência Poltica na Universidade Lusíada, na Universidade de Coimbra e no Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica. Fui assessor e, depois, Director do Instituto da Defesa Nacional, entre 2004 e 2006. Fiz igualmente investigação no Instituto Português de Relacoes Internacionais (IPRI). Em 2006, fui trabalhar para a Comissão Europeia, como assessor político de Durão Barroso, onde permaneci até ao final de 2012. Em Janeiro de 2013, regressei a Londres, para trabalhar no sector privado numa consultora, a Holdingham Group.

Artigos publicados

Guerra na Ucrânia

Uma guerra sem fim à vista

Neste momento não é possível um acordo de paz. Os russos querem conquistar mais território, os ucranianos expulsar o invasor. Mas nenhum dos lados tem força militar suficiente para uma vitória rápida.
França

A revolução francesa em marcha

Em Junho fecha-se o ciclo da V República. Os socialistas dividem-se entre os que são engolidos por Melenchon e os que se juntam a Macron. Já os herdeiros do gaulismo vão ser o parceiro menor de Macron
Brasil

Um enigma chamado Brasil

É verdade que se fala português no Brasil, apesar de eu pensar que somos dois países divididos pela mesma língua, mas o Brasil não é “um grande Portugal.” É antes os Estados Unidos da América do Sul.
Guerra na Ucrânia

O vírus do anti-americanismo

No momento em que a Rússia está a destruir a Ucrânia os nossos anti-americanos domésticos atacam a NATO e os Estados Unidos. Esta cegueira e irracionalidade políticas são assustadoras.             
França

A vitória de Le Pen seria a vitória de Putin

Mais de metade dos eleitores franceses votaram em candidatos radicais de direita e de esquerda. Candidatos que no passado ou no presente manifestaram a sua admiração por Putin.
25 de Abril

O PS está a apagar a herança de Mário Soares

O governo vai celebrar o 25 de Abril como uma revolução que serviu para fazer do PS o partido natural do poder.Para os socialistas a conclusão lógica da revolução é a “mexicanização” da nossa política
Guerra na Ucrânia

Os “Putinistas” portugueses

Quando o Muro caiu Putin vivia em Dresden, sabe que não foi a NATO que o derrubou mas o desejo do povo de viver nas casas, guiar os carros, aceder aos bens e gozar as liberdades dos alemães ocidentais
Partido Chega

Não, na direita não há muros

Apesar do seu radicalismo, há uma enorme diferença entre o Chega e o PCP e o Bloco. Como mostra a guerra na Ucrânia, o Chega apoia a democracia e está ao lado dos aliados ocidentais de Portugal.
Guerra na Ucrânia

Obrigado, Putin

O reconhecimento das repúblicas separatistas não foi o fim da crise mas o início da tentativa de ocupação russa da Ucrânia. Não conhecemos os próximos passos, mas sabemos que Putin não ficará por aqui
Ucrânia

Putin, o ditador

Putin está muito mais preocupado com a União Europeia, que pode apoiar a Ucrânia, do que com a NATO, pois ele não quer um vizinho democrático. Seria uma ameaça para a ditadura que impôs na Rússia.
PSD

PSD: um partido sem identidade e sem doutrina

O PSD é um partido perdido, sem rumo político, sem orientação ideológica e sem doutrinas. Não sabe para que eleitores fala nem quem são os seus principais adversários ou os seus principais aliados.
Legislativas 2022

Herança de Rui Rio: o mapa cor de rosa

A partir de agora, a questão já não é se o PSD é de direita ou não. Agora, o PSD só volta a crescer se se assumir de direita. O centro foi ocupado pelo PS, a partir da esquerda. Graças a Rui Rio. 
Legislativas 2022

António Costa: o grande destabilizador

Após as eleições, Portugal voltará a estar dividido entre a “esquerda anti-fascista” e a “extrema direita”. Nada existirá entre as duas. Estará assim aberta a porta para uma nova geringonça.
Legislativas 2022

E se Costa assediar a IL?

Seja qual for o cargo europeu Costa já percebeu que emergiu na Europa uma coligação entre socialistas e liberais. Começou na Alemanha e será reforçada no plano europeu se Macron for reeleito em França
Legislativas 2022

As direitas dominam os debates

Nos debates viu-se que os partidos de direita neste momento têm mais energia política e mais propostas novas do que as esquerdas. Os partidos à esquerda do PS estão gastos, envelhecidos, sem novidades
Legislativas 2022

As perguntas que Costa deve responder

O PS diz que o Chega é um partido de extrema direita e uma ameaça à democracia. Se acredita mesmo no que dizem, então deve pensar na democracia portuguesa e evitar que o PSD faça um acordo com o Chega
Eleições Legislativas

O PS tem dois candidatos a PM

Eis o país que está na cabeça de Costa: mesmo que o PS perca as eleições, são os militantes socialistas que terão a última palavra na escolha do futuro primeiro ministro.
Eleições Legislativas

O PS de Costa é o PS de Sócrates

O PS não consegue pedir uma maioria absoluta por uma razão simples: sabe o que aconteceu na única vez em que a conquistou. E também sabe que os portugueses não esqueceram Sócrates nem os seus governos
Regionalização

O governo da regionalização

Sendo contra as tradições a história de Portugal, a regionalização seria uma reforma imposta pelo poder político aos cidadãos. Visa aumentar a burocracia e os empregos para os militantes partidários.
PS

Um partido com ministros como Cabrita deve perder

A tragédia Cabrita mostra como a irresponsabilidade, a mentira e a insensibilidade perante o sofrimento dos cidadãos comuns são as marcas do PS. E não é a demissão de Cabrita que resolve o problema.
A página está a demorar muito tempo.

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