O Partido Democrático Republicano (PDR), liderado por António Marinho e Pinho, apresenta na segunda-feira o processo da sua legalização no Tribunal Constitucional (TC), após conseguir reunir mais de 12.500 assinaturas.

O ex-bastonário da Ordem dos Advogados disse à agência Lusa que as assinaturas foram recolhidas em todo o país, entre 5 de outubro e 20 de novembro. Marinho e Pinto adiantou que o partido conseguiu recolher “mais de 70 a 80 por cento das assinaturas necessárias” para entregar no TC. A lei, recorde-se, exige um mínimo de 7.500 assinaturas.

Marinho e Pinto sublinhou que esta adesão ao PDR significa “a esperança que o partido deposita nas pessoas”.

“As pessoas olham para o PDR com esperança, porque é um partido novo e não está comprometido com a degenerescência política que estamos a assistir”, disse, frisando que o Partido Democrático Republicano propõe “corrigir e reformar o país” e “corrigir os desvios que se têm assistido na ação política”.

O eurodeputado eleito pelo MPT – Partido da Terra afirmou ainda que “as pessoas estão entusiasmadas com o aparecimento do PDR”.