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Manual da DGS. Cozinhar com proteína gastando pouco dinheiro

A Direção-Geral da Saúde recomenda a ingestão de proteína como parte de uma alimentação saudável e equilibrada. Para ajudar na preparação destes alimentos apresenta um manual com receitas e sugestões.

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Um dos exemplos de receitas apresentados no manual: pão recheado com pescada e espinafres

PNPAS, POAPMC / DGS

Um dos exemplos de receitas apresentados no manual: pão recheado com pescada e espinafres

PNPAS, POAPMC / DGS

A Direção-Geral da Saúde (DGS) lançou esta segunda-feira um manual com “pequenos truques e dicas para preparar refeições equilibradas e saudáveis, evitando o desperdício alimentar e aumentando a poupança”. O objetivo é que mesmo as famílias mais carenciadas consigam manter uma alimentação saudável com baixos custos.

O manual “com sugestões de poupança e gestão doméstica, no qual são apresentadas receitas saudáveis, saborosas e de baixo custo”, resultou da colaboração entre o Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável, da DGS, e o Programa Operacional de Apoio às Pessoas Mais Carenciadas e conta com a ajuda do Chef Fábio Bernardino.

O manual, que neste momento inclui quatro alimentos fornecedores de proteínas, teve por base os alimentos a disponibilizar pelo cabaz de alimentos do Programa Operacional de Apoio às Pessoas Mais Carenciadas (POAPMC) 2014-2020. Os alimentos seleccionados foram a pescada congelada, o frango congelado, o atum em conserva de óleo e as leguminosas (feijão e grão-de-bico).

“As proteínas são componentes essenciais dos músculos, da pele, dos ossos e do corpo como um todo. As proteínas são essenciais à formação de enzimas, hormonas e anticorpos e decisivas para a manutenção da saúde dos seres humanos”, escrevem os autores do manual. “As proteínas são ainda um dos três tipos de nutrientes utilizados como fontes de energia pelo organismo (com exceção do álcool), sendo os outros dois os hidratos de carbono e as gorduras.”

Os vegetais também podem ser fontes de proteína, ainda que o organismo possa ter alguma dificuldade em absorver totalmente as aminoácidos (que compõem as proteínas) presentes nesses alimentos. Por isso, os autores do manual recomendam uma alimentação diversificada e dão o exemplo do arroz, que é rico no aminoácido metionina, e o feijão, que é rico no aminoácido lisina. “Ao se juntar feijão com arroz encontramos a base de uma refeição saborosa, e ao mesmo tempo conseguimos obter os aminoácidos essenciais para formar proteína de maior qualidade. Razão pela qual o feijão e o arroz se misturam em diversos pratos à volta do mundo onde a escassez de proteína animal é frequente.”

Para cada um dos quatro alimentos selecionados são apresentadas quatro receitas com indicação do tempo de preparação, do custo por pessoa dos ingredientes que tenham de ser adquiridos (fora do cabaz fornecido) e de sugestões de modificação para criar um novo prato.

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