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Ourique vai ter centro de atividades para ocupar deficientes

O Centro de Atividades Ocupacionais de Ourique vai ter um centro de atividades para ocupar jovens e adultos com deficiência grave para permitir "reforçar e qualificar" as respostas sociais existentes.

O município explica que o CAO visa "promover a valorização pessoal e a integração social de pessoas com deficiência"

SEBASTIEN BOZON/AFP/Getty Images

O concelho de Ourique, no Alentejo, vai ter um centro de atividades para ocupar jovens e adultos com deficiência grave a profunda, num investimento de 64 mil euros, anunciou esta segunda-feira o município.

O Centro de Atividades Ocupacionais (CAO) de Ourique, no distrito de Beja, vai ser a primeira valência do género no concelho e permitir “reforçar e qualificar” as respostas sociais existentes, disse esta segunda-feira à agência Lusa o presidente da Câmara de Ourique, Marcelo Guerreiro.

O CAO, que vai funcionar na aldeia de Grandaços, será uma “importante infraestrutura” para “responder a necessidades de várias famílias” e resulta de uma parceria entre o município e a CERCICOA – Cooperativa de Educação e Reabilitação de Crianças Inadaptadas e Solidariedade Social de Almodôvar, Castro Verde e Ourique, frisou.

Segundo o autarca, o CAO está a ser criado a partir da adaptação do Centro de Convívio de Grandaços, que não estava a ser utilizado e foi cedido pelo município para o projeto.

De acordo com a Câmara de Ourique, já está a decorrer a obra de adaptação do centro de convívio para criação do CAO, que vai ter capacidade para acolher dez pessoas com deficiência grave a profunda e permitir criar “três a quatro” postos de trabalho.

O CAO vai ser gerido pela CERCICOA e está “garantida” a celebração de um acordo com a Segurança Social para o funcionamento da nova resposta social do concelho de Ourique destinada a desenvolver atividades ocupacionais para jovens e adultos com deficiência grave a profunda.

O município explica que o CAO visa “promover a valorização pessoal e a integração social de pessoas com deficiência” para lhes permitir “o desenvolvimento possível das suas capacidades”.

A criação do CAO de Ourique vai implicar um investimento de 64.000 euros, cofinanciado em 85% por fundos comunitários e em 15% pela CERCICOA, precisou Marcelo Guerreiro.

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