O repórter da Fox News John Roberts avisou e Donald Trump cumpriu. Segundo o jornalista antecipou nas redes sociais, o Presidente dos Estados Unidos da América iria marcar presença nas 500 Milhas de Daytona e fá-lo-ia na limusina presidencial, conhecida como “The Beast”. Assim foi.

Trump aproveitou o facto de ter ido passar o fim-de-semana na sua casa em Palm Beach, na Florida, para de caminho marcar o arranque da temporada de 2020 do NASCAR. Simultaneamente, protagonizou cenas raramente vistas, pois é pouco (ou mesmo nada) vulgar ter uma limusina presidencial a liderar um pelotão de carros numa oval. Foi precisamente assim que decorreu o “aquecimento”, com o devido aparato para proteger o veículo do Presidente norte-americano, que se fez acompanhar da primeira dama Melania Trump.

“O Daytona International Speedway teve o privilégio de receber vários presidentes em exercício dos Estados Unidos ao longo da sua história”, disse o director do circuito, Chip Wile. “Estamos honrados com o fato de o Presidente dos EUA ter decidido viver o entusiasmo da ‘Grande Corrida Americana’, participando da 62ª edição do Daytona 500”.

Antes de Trump, foram três os Chefes de Estado a abrir competições em Daytona: George W. Bush, em 2004, George H.W. Bush, em 1992, e Ronald Reagan em 1984. Mas, até agora, nunca a limusina presidencial tinha percorrido os 4,2 km do circuito.

Recorde-se que o veículo em causa é uma aquisição relativamente recente. O novo Cadillac One entrou ao serviço em Setembro de 2018. Trata-se de uma “besta” com um peso entre os 7000 e os 9000 kg, devido à blindagem. O custo unitário rondará os 1,5 milhões de dólares, tendo sido encomendado um total de 12 unidades, pois cada aparição do Presidente obriga a um mínimo de duas limusinas, como precaução em caso de atentado.