Joe Biden é “o pior candidato presidencial da história dos EUA“, afirmou Donald Trump na quarta-feira – “e isso ainda me coloca mais pressão em cima. Já imaginaram o que seria perder para um tipo daqueles? É inacreditável”. Num comício na Pensilvânia, um dos estados onde Trump saiu vitorioso em 2016, o republicano avisou que se “o dorminhoco” Biden vencer as eleições do próximo mês então “a China vai passar a ser dona dos EUA”.

Esta eleição é uma escolha simples: “Se Biden ganhar, então a China ganha, todos estes outros países ganham, vamos ser roubados por toda a gente”. “Se nós ganharmos, vocês ganham, a Pensilvânia ganha e os Estados Unidos da América ganham. É muito simples”, garantiu Donald Trump, acusando Joe Biden de ser um daqueles “políticos de carreira que vos mentiram – mas Biden, em particular, possivelmente nem se apercebeu disso – deixem-me que vos diga, aquele homem está queimado, completamente queimado”.

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Além de voltar a descrever Joe Biden como um candidato senil, Trump acusou Biden (e outros políticos que coloca no mesmo saco) de “matar a vossa indústria siderúrgica, enviar os vossos empregos para a China e para outros países longínquos”. E referiu-se a Biden como um “servo dos globalistas radicais e doadores abastados”.

Num comício com público presente – com máscara mas sem distanciamento social – Trump voltou, também, a falar sobre a sua infeção pelo novo coronavírus. Repetindo que “as vacinas e as terapêuticas [eficazes] estão a chegar, chegarão muito em breve”, Trump diz que, no seu caso, foi dado a tomar “alguma coisa, não faço ideia o que raio aquilo era – anti-corpos – mas senti-me bem logo muito rapidamente. Senti-me como o Super Homem”.