André Ventura foi quase uma aparição no Porto. Chegou, participou na arruada da Rua Santa Catarina por escassos 20 minutos, entrou no carro e seguiu. E foi o suficiente para provar que aquele que é considerado um partido de um homem só está longe de se descolar dessa definição. Houve gritos de apoio, um nome a ecoar, música, bombos e um ambiente de festa (com muita confusão à mistura) incomparável com aquele que se tem vivido na campanha do Chega até ao dia de hoje. Passou do oito ao oitenta.

António Fonseca, o candidato à Câmara Municipal do Porto e até agora presidente da junta do Centro Histórico pelo movimento de Rui Moreira, seguia ao lado de André Ventura, mas a energia com que se apresenta todos os dias foi sugada pelo líder do partido que agora representa, o Chega. Mas é independente e faz questão de o lembrar sempre que surge a mínima crítica. Não foi o caso de hoje. Mas voltemos à rua de Santa Catarina.

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