Foi aprovado a 8 de setembro, em Conselho de Ministros. Mas só esta quarta-feira, um dia depois da publicação em Diário da República, é que entrará em vigor o Plano de Poupança de Energia desenhado pelo Governo, que terá carácter obrigatório para a administração pública mas facultativo para a administração local e os privados.

Poupar nas luzes de Natal, no ar condicionado e em piscinas. Apresentação do plano do Governo foi adiada, mas o ministro deu pistas

Neste sentido, o Governo propõe uma série de medidas de redução do consumo energético que incidem nas áreas da energia, eficiência hídrica e mobilidade. O Executivo explica que as medidas são classificadas por prazo de implementação (até 3 meses e entre 3 a 12 meses), incluindo as que devem ter implementação imediata, que estão relacionadas com comportamentos e recomendações, que não requerem investimento. O plano insere-se na resposta ao repto de Bruxelas aos estados membros para a redução voluntária de 15 % do consumo energético, que para Portugal é de 7%.

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