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Os tempos não estão fáceis para se conseguir poupar, com o aumento do custo de vida a pressionar os orçamentos familiares e a obrigar muita gente não só a poupar menos como, também, a socorrer-se das poupanças feitas nos anos da pandemia. É isso que mostram os dados: a taxa de poupança, calculada em função do rendimento disponível, não só está a baixar como já está em níveis inferiores a 2019.

“A taxa de poupança dos particulares caiu para 5,7% do rendimento disponível no ano terminado em junho de 2023, um valor inferior ao de 2019 (7,2%) e ao de 2022 (6,5%), depois do forte aumento observado durante a pandemia (11,9% em 2020 e 10,6% em 2021)”, indicam dados recentes divulgados pelo Banco de Portugal. Neste enquadramento, tão importante quanto poupar é investir corretamente, maximizando os retornos e minimizando a perda de poder de compra causada pela inflação.

Os últimos meses trouxeram algumas mudanças: os depósitos passaram a render mais, os certificados de aforro menos e as regras dos Planos Poupança Reforma voltaram a mudar.

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