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Nuno Santos tem 50 anos. Começou na rádio, passou pelas direções da RTP e da SIC, fundou a SIC Notícias e formou, em conjunto com Emídio Rangel, uma das duplas que marcaram a televisão em Portugal. Nos últimos anos, emigrou e trabalhou em empresas de conteúdos na Península Ibérica e na África subsariana. No início do ano passado, anunciou que iria regressar a Portugal. O novo desafio ainda não era conhecido: mas agora, pouco mais de um ano depois, Nuno Santos já é titular no “11” inicial.

O “11”, o novo canal de televisão da Federação Portuguesa de Futebol que Nuno Santos garante que é “muito mais do que um canal de televisão”, arranca antes do início da próxima época e terá como objetivo promover a marca Portugal e mostrar o futebol, o futsal e o futebol de praia que nem sempre têm espaço nos restantes canais. A equipa, que vai contar com Pedro Sousa, Vítor Baía, Iva Domingues, Nuno Madureira, Cecília Carmo e Bárbara Baldaia, entre outros, integrou Carlos Daniel — que pediu uma licença sem vencimento da RTP, esteve presente na criação e no desenvolvimento do projeto e esta semana anunciou que irá regressar à estação pública.

Em entrevista ao Observador, Nuno Santos não foge à questão Carlos Daniel, comenta o fim do protocolo com a RTP — que aconteceu enquanto era discutido de forma polémica num debate quinzenal entre o Bloco de Esquerda e o primeiro-ministro –, explica o objetivo e o propósito do “11” e ainda puxa a cassete atrás para recordar os primeiros tempos na Rádio Comercial, na TSF e na Antena 1.

Nuno Santos. 10 respostas em 10 remates rápidos [e que nada têm a ver com o resto da entrevista]

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