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Rui Rio vai ser candidato a deputado pelo círculo eleitoral do Porto — e vai no segundo lugar da lista. Em entrevista ao Observador a dias de o partido aprovar as listas de deputados, o líder do PSD desfez o tabu sobre si próprio mas recusou-se a avançar nomes de militantes críticos que pudessem vir a ser incluídos: “Não consigo responder a isso”.

O que sabe, anunciou na entrevista, é que todos os candidatos a deputados, incluindo ele próprio, vão ser obrigados a assinar um compromisso de que suspenderão imediatamente as funções se forem condenados em primeira instância num caso de justiça — e que se demitirão do cargo se a condenação transitar em julgado. Foi esta a fórmula encontrada por Rui Rio para lidar com os casos de deputados, dirigentes ou eurodeputados que entretanto foram constituídos arguidos debaixo do seu mandato: o que vale, primeiro, é a presunção de inocência e, por isso, mantêm-se em funções. Só saem se existir uma condenação em tribunal.

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