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Para os europeus, 2021 devia ter sido um grande ano: a pandemia, finalmente travada pelo progresso, daria lugar à recuperação “em V”, ao mesmo tempo que um acordo para o Brexit viria libertar espaço mental em Bruxelas para novas e entusiasmantes aventuras “estratégicas”, tudo a convergir para a execução dos fundos da histórica “bazuca”.

Na realidade, o ano novo já parece muito o velho. A compra de vacinas expôs os limites da Comissão Europeia para intervir nas questões mais importantes da União e os novos confinamentos, tão ou mais exigentes do que os anteriores, atrasaram a economia ao ponto de a bazuca se ter transformado em vitamina – e a precisar de suplemento.

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