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O Governo de António Costa ainda mal começou e já está esgotado. Vimos este filme muito claramente esta semana. O mesmo Governo que se deslumbra com um milagre tecnológico que beneficia ainda muito poucos e proclama de forma enganadora ter virado a página de austeridade, vai abafando as más notícias: que cobra mais impostos e contribuições do que alguma vez cobrou, que Portugal diverge com o resto da Europa em qualidade de vida, que os serviços públicos estão em crise, que o fraquíssimo crescimento da produtividade é uma ameaça constante para o emprego e para os salários.

É por isso que precisamos de uma oposição forte, para alertar para os riscos e para minimizar os erros da governação. Precisamos de um PSD que não tenha medo de criticar as opções erradas do Governo. De um PSD que saiba que este Governo é e será sempre orgulhosamente apoiado pelas esquerdas. De um PSD que não tenha ilusões de que este Governo socialista aceitará alguma vez fazer uma reforma significativa para o bem do futuro do país. De um PSD que não se esqueça que este Primeiro Ministro, pouco tempo depois de formar Governo, elogiava na Grécia o Governo da esquerda radical de Tsipras.

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