Crise dos Refugiados

Inspetores do SEF em Malta para tratar de acolhimentos de migrantes em Portugal

Dois inspetores do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras estão desde domingo em Malta a tratar de "todos os procedimentos", nomeadamente entrevistas, relacionadas com o acolhimento em Portugal.

MÁRIO CRUZ/LUSA

Dois inspetores do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras estão desde domingo em Malta a tratar de “todos os procedimentos”, nomeadamente entrevistas, relacionadas com o acolhimento em Portugal dos imigrantes resgatados pelo navio humanitário Lifeline, segundo o SEF.

Numa resposta enviada à agência Lusa, o serviço de segurança refere que foi enviada uma equipa de dois inspetores para Malta, que estão a trabalhar no terreno com as autoridades maltesas desde o passado domingo. O SEF adianta que está a desenvolver “todos os procedimentos e a preparação do acolhimento em Portugal aos cidadãos estrangeiros que foram recolhidos pelo navio Lifeline, nomeadamente as entrevistas”.

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O SEF indica igualmente que está “a preparar e articular toda a logística envolvida na transferência” dos imigrantes, de acordo com a disponibilidade manifestada pelos governos de Portugal e Malta. Ainda não se conhece quantos imigrantes vão ser acolhidos por Portugal, nem para quando está prevista a sua chegada.

Na semana passada, o ministro da Administração Interna afirmou que Portugal tem condições para acolher cerca de um décimo dos 234 imigrantes que foram resgatados pelo navio humanitário da organização não-governamental alemã Lifeline.

“O número de pessoas que efetivamente virão para Portugal dependerá também do conjunto de países envolvidos. Portugal disse que tinha condições para acolher cerca de um décimo dessas pessoas sem qualquer dificuldade e de imediato”, disse na altura Eduardo Cabrita.

O Lifeline, que chegou a Malta a 27 de junho, resgatou das águas 234 migrante e foi autorizado a atracar neste país após seis dias em alto mar, depois de ser negada autorização por parte de Itália, após um acordo com oito países europeus, entre os quais Portugal, aos quais se juntou depois a Noruega, para recolocar os migrantes.

Segundo as últimas informações avançadas pelo ministro da Administração Interna português, dos 234 passageiros a bordo, 70 são menores não acompanhados e as nacionalidades mais presentes são da Eritreia, Sudão, Mali e Togo.

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