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O caso Galp Gate não irá a julgamento. Tal como os políticos, também os quadros e a Empresa, que foram acusados do crime de recebimento indevido de vantagem, viram o processo suspenso durante seis meses. Terão de pagar uma injunção ao Estado e, se não cometerem crimes no período da suspensão, o processo terminará, de acordo com informação obtida pelo Observador.

Contactada pelo Observador, fonte oficial da Galp não adianta mais detalhes sobre os contornos do desfecho deste processo, mas confirma que o mesmo será encerrado, considerando ainda que para a Galp e para os seus colaboradores este resultado “corresponde à conclusão natural do processo”.

Esta suspensão do processo e pagamento de injunções já tinha sido noticiada no caso dos antigos titulares de cargos públicos que receberam convites da Galp Energia para assistir a jogos do Euro 2016. Na sequência do pagamento da injunção e já depois de terminado o período de suspensão do processo, Vítor Escária, antigo assessor económico do primeiro-ministro, voltou a exercer funções na equipa de António Costa, agora como chefe de gabinete, tal como o Observador noticiou.

Vitor Escária pagou, deixou de ser arguido no Galpgate e Costa chamou-o um mês depois para chefe de gabinete

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