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Se há tema que gera discussão na comunidade médica é científica é a vitamina D, os níveis considerados baixos e a possível suplementação. Ainda esta semana ouvimos os cientistas britânicos a recomendar o reforço de alguns alimentos com vitamina D. Agora, um grupo de cientistas espanhóis diz que o mais importante não é a vitamina D em si, mas o calcifediol (um percursor que acaba por se transformar na vitamina). Ambos os grupos abordavam a questão em relação ao potencial na prevenção ou tratamento da Covid-19, mas a verdade é que há quem defenda a suplementação desta vitamina tanto para doentes que realmente têm carência, como para uma série de outras pessoas com doenças diferentes ou até sem doenças nenhumas (isto, sem demonstração científica da eficácia).

O grupo da Universidade de Córdoba e Hospital Rainha Sofia pegou em trabalhos anteriores que tinham encontrado uma associação entre vitamina D e as doenças que provocam problemas respiratórios e aplicou uma solução de baixo custo e sem efeitos adversos significativos, se usada sob vigilância médica, o calcifediol. Esta molécula é uma prohormona, importante na transformação da vitamina D para ser usada no organismo e é muitas vezes usada para avaliar a disponibilidade de vitamina D no organismo.

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