O Governo aprovou, esta quinta-feira, em conselho de ministros, “as medidas preventivas” que determinam que no corredor aprovado para a alta velocidade ferroviária, entre Porto, Soure e Carregado, “não se podem fazer quaisquer operações urbanísticas de construção, abate de árvores, alteração de uso do solo, movimentação de solo, sem parecer prévio da Infraestruturas de Portugal”, inclusive para não encarecer a execução da linha ferroviária.

As medidas preventivas consideram a área de incidência “para salvaguarda dos troços Porto-Campanhã/Aveiro (Oiã) e Aveiro (Oiã)/Soure da linha de alta velocidade Porto–Lisboa”.

“É mais um passo muito importante na concretização deste projeto”, salientou Frederico Francisco, secretário de estado das Infraestruturas, na conferência de imprensa após a última reunião de conselho de ministros em plenas funções (segundo Mariana Vieira da Silva, continuará a haver conselhos de ministros mas para assuntos de gestão).

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