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Os três cenários são maus — mas alguns são bastante piores do que outros. Atualizadas na passada quinta-feira, as projeções para a Covid-19 do Institute for Health Metrics and Evaluation (IHME), um centro de investigação sobre saúde mundial da Universidade de Washington, traçam um futuro muito pouco auspicioso para Portugal no que à pandemia diz respeito.

Na melhor das hipóteses — que pressupõe que 95% da população passe a usar máscara já nos próximos dias e que, depois de um período de alívio das medidas de restrição, seja decretado um novo confinamento de seis semanas quando ou se o número de mortes diárias atingir o rácio de 8 por cada milhão de habitantes —, a previsão aponta para que no próximo dia 1 de janeiro de 2021 haja um total acumulado de 4.016 mortes em Portugal, consequência da atual e de uma segunda vaga da pandemia.

No pior cenário possível — não há alteração na utilização de máscaras, mas as medidas de restrição são aliviadas, e um segundo confinamento nunca chega a ser decretado — o número de mortos em solo nacional à mesma data poderá disparar, segundo as previsões, para os 11.253.

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