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Corria o ano de 2012 quando Boris Johnson, o excêntrico e popular presidente da câmara de Londres, se pronunciou assim: “Como nunca me canso de dizer, a probabilidade de me tornar primeiro-ministro é só ligeiramente mais alta do que a de ser decapitado por um disco de frisbee, cegado por uma rolha de champanhe, trancado num frigorífico ou a de reencarnar como uma azeitona.”

Passaram-se sete anos desde essa afirmação. E eis que, sete anos depois, com Theresa May a anunciar a sua saída de cena, Boris Johnson parece estar à beira de bater as probabilidades de se tornar numa azeitona. É ele o grande favorito à sucessão da primeira-ministra britânica. E porquê? Porque, entre 2012 e 2019, há uma palavra que separa e transforma as realidades políticas de então e de agora. Qual é essa palavra? Brexit, naturalmente.

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