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O filho do secretário de Estado da Proteção Civil celebrou pelo menos três contratos com o Estado, depois de o pai, José Artur Neves, ter deixado a presidência da Câmara de Arouca e ter ido para o Governo. Segundo a lei, a família direta de um titular de cargo político não pode prestar bens ou serviços ao Estado. E, caso o faça, a sanção “para os titulares de cargos de natureza não eletiva, com a exceção do primeiro-ministro” é “a demissão”. Nuno Neves, com apenas 28 anos e uma licenciatura em Engenharia, é sócio em duas empresas de um banqueiro nascido na freguesia de Alvarenga, concelho de Arouca, a mesma freguesia onde vive o secretário de Estado.

Ao Observador, o governante alega que não sabia. “Desconheço a existência de qualquer incompatibilidade neste domínio, como desconheço também a celebração de tais contratos”, respondeu José Artur Neves por escrito.

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