ca·ta·-ven·to (forma do verbo catar + vento)
substantivo masculino
1. Bandeirinha ou figura enfiada numa haste
2. [Figurado] Pessoa volúvel.

Passos Coelho chegou sozinho e sem comitiva ao Palácio de Belém, a 20 de outubro de 2016, para uma audiência com o Presidente da República. Contra aquilo que é o hábito no PSD — e nos restantes partidos — nem um único dirigente o acompanhou e apenas dois membros do staff, além do motorista, estiveram em Belém: o fotógrafo do PSD e o histórico assessor Zeca Mendonça, que ficaram fora da reunião. “Isso mostra que, das duas uma: ou não confia na sua direção, o que não me parece possível, ou não confia no Presidente, que é o mais provável”, interpreta um dirigente nacional do PSD em declarações ao Observador. A conversa foi mesmo a sós. Passos e Marcelo são como água e azeite. Desde que um é Presidente e o outro líder da oposição não escondem uma “guerra fria” que vem dos anos noventa. Esta quinta-feira, 29, há um cessar-fogo de Natal, com um almoço em Belém, mas as relações estão longe de ser boas.

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