José Pinto

Convidado

Artigos publicados

Espanha

Espanha: o Bloco Central como inevitabilidade

O Bloco Central é, de momento, a única saída para manter a unidade territorial de Espanha, controlar o avanço do populismo e repensar, com equilíbrio, a questão das autonomias regionais.
Novo Governo

Programa de Governo: Gato Gordo não Voa

O programa do Governo foi desenhado a régua e esquadro para agradar aos partidos com os quais António Costa espera contar para a aprovação do programa e, pelo menos, dos dois orçamentos iniciais.
Nações Unidas

A ONU e o legado hipócrita da ética camarada

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A Venezuela, que foi sovietizada por Chávez e que, após uma eleição viciada, passou a ser desgovernada por Maduro, foi eleita como membro do Conselho de Direitos Humanos da ONU.
Legislativas 2019

A Ventura do André ou a democracia em perigo

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Os populistas não estão a chegar. Há muito que cá estavam. Aliás vieram para ficar e a sua visibilidade dependerá dos meios de comunicação social, da rede e do comportamento dos partidos tradicionais.
Eleições Legislativas

As costas salvaram António Costa?

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O conselho médico que o vai obrigar a uma gestão muito criteriosa dos contactos de rua pode constituir solução para travar o plano inclinado descendente em que a sua imagem tinha mergulhado.
PS

A Realidade na República Cor-de-Rosa

Séculos atrás, alguém tinha inventado que era preciso dividir para reinar. O grande líder, na sua República Cor-de-Rosa, ia revisitar o modelo, mas com a originalidade ditada pela conjuntura.
Açores

Lajes: entre os Pombos e a Águia

Se as instalações da aerogare das Lajes reclamam há muito por obras de manutenção, os pombos decidiram dar uma asinha – um eufemismo por motivos higiénicos – na degradação ambiental.
Política

Portugal: um país anestesiado

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A um país anestesiado basta acenar com o Simplex, versão revisitada. Ninguém vai questionar. A anestesia é de efeito prolongado. O problema é se o país entra em coma.
União Europeia

António Costa: da desilusão à ambição desconsolada

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Como se percebe, a maratona negocial europeia está longe de ter terminado. Os próximos dias vão ser exigentes para o Governo de António Costa. Transformar a desilusão em ambição não é tarefa fácil.
Jovens

O Presidente e os Jovens: Ato Um, Quarta Cena

Não parece abusivo dizer que as preocupações do Presidente com a juventude transmitem uma sensação de "déjà vu": os jovens destinatários dos discursos iniciais já fazem parte da atual geração grisalha
10 de junho

Português, com muita honra e orgulho

A nacionalidade representa muito mais do que o direito a um cartão de cidadão. A Nação é a comunidade de afetos de que falava Malraux. O eu coletivo que exulta com o sucesso próprio.
Eleições Europeias

As contas de cabeça do Professor Marcelo

Aceitei a contestação, mas coloquei água na fervura do descontentamento. Chamei a atenção para algo que tinha ficado nas entrelinhas presidenciais. Algo que me tinha arrancado um sorriso.
CPLP

Obiang e a CPLP: um Casamento de Conveniência?

É tempo de os restantes países lusófonos darem a mão à palmatória e perceberem as razões da oposição portuguesa à entrada da Guiné-Equatorial na CPLP. Mesmo aqueles que só olham para os petrodólares.
25 de Abril

O meu 25 de Abril

O 25 de Abril de 1974 valeu bem a pena sobretudo por tudo aquilo que veio a significar quando a poeira revolucionária poisou e Portugal começou a acertar o relógio pelos ponteiros da História.
Marcelo Rebelo de Sousa

Familygate: Marcelo e a invenção do veto moral

O PS demorou a reparar que não tinha um elefante na sala, mas sim uma manada – salvo seja – a deambular por quase tudo o que fosse gabinete. Só que essa demora foi célere na penalização do partido.
Desigualdade

Quem quer casar com o Índice de Distância ao Poder

Portugal está na metade cimeira dos países que consideram normal que o poder seja distribuído de forma desigual, uma vez que essa é a posição defendida por 63% dos portugueses. Um dado preocupante.
Angola

Marcelo, banhos de multidão e história revisitada

Os banhos de multidão não traduzem por inteiro o estado das relações entre Portugal e Angola. O desanuviamento só é de saudar se for acompanhado por medidas concretas e não se limitar a frases feitas.
PSD

Rui Rio e o interesse nacional

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O eleitorado do PSD já percebeu, parece que ao contrário do líder do partido, que manter Costa à frente dos destinos do país não serve em nenhuma circunstância o interesse nacional. Bem pelo contrário
PSD

Montenegro e a loucura Kamikaze

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A saída borda fora de Santana foi má conselheira para Montenegro. Transmitiu-lhe a sensação de ser o líder único da oposição interna. Um erro de que não tardará a aperceber-se.
Política

Portugal: um Bolsonaro é possível?

Deixar germinar o populismo de esquerda, tratando-o como se o não fosse, representa um erro crasso. Que o digam os cubanos, os venezuelanos e os brasileiros, por exemplo.
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