Depois das notícias divulgadas pelos meios de comunicação social sobre a morte do ajudante humanitário americano, Peter Kassig, a família reage pedindo privacidade neste momento. Os pais do refém executado ainda estão a aguardar uma confirmação oficial da morte do filho e pedem que os jornalistas evitem transmitir as fotografias e vídeos que mostram os reféns às mãos dos captores. A carta foi divulgada pela BBC.

“Tomamos conhecimento das notícias que estão a circular sobre o nosso precioso filho e estamos à espera de confirmação do Governo quanto à autenticidade deste relato. Não temos mais nenhuma declaração a fazer neste momento e pedimos que respeitem a nossa privacidade.

A família pede respeitosamente que os meios de comunicação evitem entrar no jogo dos sequestradores e que se abstenham de publicar ou transmitir fotografias ou vídeos distribuídos pelos sequestradores. Preferimos que escrevam e relembrem o nosso filho pelo trabalho importante e pelo amor que partilhou com os amigos e família, não da maneira que os sequestradores usariam para manipular os americanos e para promover a causa própria.” (tradução livre)

As notícias surgiram esta manhã depois do vídeo publicado na conta do Twitter dos jihadistas islâmicos que mostrava um sequestrador encapuçado, alegadamente o mesmo que terá morto James Foley e outros reféns. No vídeo, o terrorista reivindicava ter decapitado Peter Kassig, capturado a 1 de outubro de 2013.