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Relações Internacionais

G7: Polícias franceses e manifestantes preparam cimeira de Biarritz

Mais de 13 mil polícias ocupam os seus postos para receberem encontro entre Donald Trump, Emmanuel Macron, e os líderes da Grã-Bretanha, Alemanha, Japão, Canadá e Itália, em Biarritz.

As autoridades estão a fechar o tráfego aéreo, ferroviário e rodoviário para a cidade

CAROLINE BLUMBERG/EPA

Milhares de polícias estão a montar postos de controlo e a inspecionar as praias para proteger os líderes mundiais que participam este fim de semana, na estância balnear de Biarritz, sudoeste de França, para a cimeira do G7.

A azáfama corre também pelo lado dos manifestantes que estão a montar acampamentos nas cidades perto da fronteira com a Espanha, para preparar os protestos durante a reunião das principais economias mundiais, entre 24 e 26 de agosto.

Mais de 13 mil polícias ocupam os seus postos, enquanto as autoridades de inteligência francesas e espanholas coordenam o combate às ameaças, segundo anunciou esta terça-feira o ministro do Interior da França, Christophe Castaner.

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vai reunir-se com o homólogo francês, Emmanuel Macron, e os líderes da Grã-Bretanha, Alemanha, Japão, Canadá e Itália, na cidade turística de Biarritz.

As autoridades estão a fechar o tráfego aéreo, ferroviário e rodoviário para a cidade, de forma a abrir caminho para os líderes, o quem acaba por condicionar o comércio local, afetando os negócios no auge da temporada turística na Europa.

Bloqueados em Biarritz, os ativistas planeiam eventos ao longo de toda a costa em Hendaia e Urrugne, assim como na cidade espanhola de Irun, para protestar contra a injustiça económica, mudanças climáticas, entre outros temas.

Castaner disse que espera que os protestos se mantenham pacíficos, mas enfatizou que as forças de segurança vão estar presentes, caso se tornem violentos, tal como aconteceu em cimeiras anteriores.

Do lado espanhol, a Federação Nacional de Associações de Transportes de Espanha (Fenadismer), expressou a sua “preocupação” com os “graves efeitos” na fronteira de Irun, por onde passam, diariamente, mais de 10 mil camiões.

Esta entidade, que representa cerca de 32 mil pequenas e médias empresas de transporte rodoviário, recordou, em comunicado, que as autoridades francesas estabeleceram uma série de proibições na circulação de camiões entre os dias 24 e 26 de agosto.

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