Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

Não são só os restaurantes, cafés e esplanadas que já pode frequentar a partir desta segunda-feira respeitando as regras do distanciamento físico e da etiqueta respiratória. Ao contrário do que parecia até aqui, também já pode ir a banhos. Dia 6 de junho abre a época balnear com regras de acesso às praias, mas não há qualquer restrição para ir à praia já. É isso mesmo que consta na resolução do Conselho de Ministros, publicada apenas esta segunda-feira, que definiu esta segunda fase de desconfinamento.

Como é que se cumpre o “dever cívico de recolhimento domiciliário” e ao mesmo tempo se adere ao desafio lançado pelo primeiro-ministro de o país “voltar a ir à rua, retomar a normalidade”? Parece contraditório, mas a resolução do Conselho de Ministros introduziu pequenas alterações que mudam radicalmente o dia a dia dos portugueses a partir deste dia. O dever cívico mantém-se, mas agora as deslocações autorizadas são tantas como as letras do alfabeto (as exceções vão literalmente de A a Z nas alíneas que constam no artigo 3.º).

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.