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Se daqui a muitos anos algum dos discursos da cerimónia da noite passada dos Globos de Ouro for estudado, recordado, avaliado como exemplo do que pode ser uma reflexão crítica, estruturada e pensada com alguma profundidade, será certamente o dela. Goste-se mais ou menos do teor da sua intervenção.

O tempo de discurso, mais longo, certamente ajudou. Ter feito uma intervenção presencial e não por Zoom, como os outros premiados, também. Ter sido distinguida com um prémio de carreira, e não com um prémio que distingue algum projeto recente — o que implicaria agradecer aos envolvidos e gastar quase todo o tempo nisso —, também ajuda. Mas não foi só isso: afinal, Jane Fonda não é uma pessoa qualquer.

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