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Nota: Esta entrevista foi realizada e publicada em fevereiro de 2019. O Observador recupera-a agora, na sequência da morte do empresário português. Se preferir, pode ouvi-la na íntegra, clicando aqui.

Em 1968 estava no Brasil, já tinha cinco filhos e planeava lançar o seu próprio negócio. Mas quando o pai chegou para uma visita e morreu nessa mesma noite a sua vida mudou. Alexandre Soares dos Santos deixou de ser um quadro da Unilever para regressar a Portugal e tomar conta da empresa familiar, a Jerónimo Martins. O grupo tinha então 300 trabalhadores – hoje emprega 110 mil. Em Portugal, na Polónia e na Colômbia.

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