Foi tudo com a bênção de Anders Behring Breivik. Ao mesmo tempo que se espalhava a notícia do atentado terrorista que matou pelo menos 49 pessoas em duas mesquitas em Christchurch, na Nova Zelândia, também o manifesto deixado pelo responsável pela matança desta sexta-feira fazia as rondas pela Internet.

Naquelas 74 páginas, que se dividem entre uma auto-entrevista e divagações que denunciam uma “substituição racial” dos “europeus” por “não-europeus”, o seu autor, o terrorista Brenton Tarrant, explica de forma clara quem é a sua maior inspiração.

“Li os escritos de Dylan Roof [autor do atentado de Charleston, nos EUA, onde morreram 9 afro-americanos numa igreja] e de muitos outros, mas só fui buscar uma verdadeira inspiração ao Cavaleiro Justiceiro Breivik”, lê-se no manifesto de Brenton Tarrant.

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