Por muitas voltas que leve — e já depois de Governo ter adotado um papel mais ativo — o conflito entre motoristas e empresas de transportes de mercadorias parece mesmo encaminhar-se para a anunciada greve de dia 12.

O Sindicato Nacional de Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP), que convocou a (caótica) greve de abril, e o Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias (SIMM) recusaram esta terça-feira a proposta de mediação do governo e insistem que a ANTRAM (que representa os patrões) tem de atender às reivindicações que têm apresentado. Só que os patrões têm respondido que não negoceiam sob pressão de um pré-aviso de greve. O diálogo de surdos entre trabalhadores e patrões arrasta-se há mais de três meses e promete não ficar por aqui.

Reserva preparada para a greve só chega para abastecer seis mil veículos prioritários

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