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A demissão do Governo acelerou as negociações de um conjunto de matérias que vão afetar salários e progressões de muitos funcionários públicos ao produzir efeitos em 2024 e 2025 ou até depois. Além dos aumentos salariais decididos em sede de Orçamento do Estado, uma das mais significativas é a revisão do sistema de avaliação que afeta a maioria dos funcionários públicos (excluindo, por exemplo, os professores, que têm outras regras) e que vai acelerar as progressões para mais pessoas.

A escala de avaliação é reformulada, mais pessoas podem ter notas mais altas (mas as quotas não acabam, ao contrário do que pediam os sindicatos) e dar o “salto” mais cedo do que até aqui, evitando-se que tenham de esperar 120 anos (sim, 120) para chegar ao topo. Dentro das carreiras gerais, além desta alteração, os técnicos superiores veem a carreira completamente reformulada, com o caminho até ao topo a ser encurtado.

Nem tudo é para 2024. Algumas destas alterações têm efeito já em janeiro, mas muitas outras ficam para 2025 ou mesmo depois, à medida que os funcionários forem acumulando na avaliação os pontos necessários para progredirem.

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