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Paulo Castro Seixas

Convidado

Artigos publicados

Sociedade

O ‘Portugal Profundo’ 

A ausência de um ‘Portugal Profundo’ reflectido faz com que o nosso motor dependa sempre de um influxo externo e, por isso, funcione aos repelões.
Professores

O mal-estar escolar e a mobilidade como fuga

Haverá sempre muitas razões para mudar de escola. No entanto, basta estarmos atentos, e ouvirmos as estórias à nossa volta, para percebermos do mal-estar escolar que alastra como mancha.
Extremismo

O conluio da polarização?

É necessária uma reflexão sobre a polarização e seus objetivos. Muitos estão a embarcar neste navio não percebendo da loucura da viagem.
Corrupção

As 1001 ‘casas portuguesas’ e a serpente

Num país pequeno e fechado estas instituições são lugares da tentação de dominar o poder para (re)produzir processos clubísticos (familiares, sociais, profissionais, institucionais e de negócios.
História

Ecumenes

A lealdade a qualquer narrativa histórica fixada a partir do presente serve tão só ao fechamento cultural e, consequentemente, a guerras culturais.
Língua Portuguesa

‘Djunta mon’ e ‘haré dalan’: Juntar as mãos

A viagem como um reparar no caminho e o juntar de mãos fez o que cada um de nós enquanto povos somos hoje.
Ensino Superior

A cebola portuguesa

Quando invocamos o futuro e a imaginação e os podemos partilhar em liberdade é que se dá a verdadeira explosão de conhecimento.
Sociedade

Megatendências ou Visões de Futuro? 

É uma arrogância um punhado de gente de Lisboa considerar que pode pensar os futuros do país. Por outro lado, pensar o futuro é um recurso, uma potencialidade para o bem-estar e a felicidade.
Política

Dívida ou Vida, Poder ou Fazer: os nossos Catch 22

Propomos uma reflexão sobre algumas das principais circularidades em paradoxo em Portugal. 
Sociedade

À procura de um escrutinador

Eu antes era um ‘crítico’. Agora sou um "hater" e dá muito mais proveito. Agora, pagam-me para dizer mal. É uma maravilha.
Administração Pública

O absurdo presencial: reuniões que deviam ser emai

Comecemos por uma pergunta simples: quantas reuniões a administração pública faz que deveriam ser antes um ‘zoom’ ou, até, um mero email?
Eleições

O Temp(l)o das Listas 

Se fosse uma verdadeira religião, seriam sacerdotes. Como é uma religião laica, são chefes. São eles os organizadores das listas, eles quem decide da constituição da Assembleia da República.
Política

Iliteracias, apocalípticos e o paroxismo do Estado

Escola, SNS, Justiça são comunidades de especialistas e utentes que acreditam no valor da educação, da saúde, da justiça. Quando a Administração Pública é mero utensílio de poder, tudo se desmorona.
Escolas

A cápsula

A Escola não é um espaço público. Nem de debate aberto, nem de construção de novas ideias. Muito menos um espaço de transformação. É um espaço de limitação do indivíduo, de disciplina e vigilância.
Marcelo Rebelo de Sousa

Tudo se junta para a noite

Uma pessoa com 50 anos está muitas vezes na força da vida. Ou então está já só à espera da reforma. Na aproximação dos 50 anos do 25 de Abril de 74 parece cada vez mais que tudo se junta para a noite.
Transparência

O Interesse Nacional e a suspensão da lei.

Este regime jurídico dos PIN não consubstancia nem uma economia de mercado saudável, nem de investimentos estatais. Antes um sistema de favorecimento e de ligação direta entre governos e negócios.
Corrupção

O português dividido ao meio

É a corrupção que vai a votos! E mesmo que o Português dividido ao meio nestas eleições opte pela cautela e possibilite a alternância democrática, o regime está de facto debilitado.
Administração Pública

O rame-rame

Por mais que abram lugares para gentes com qualificação, não é isso que vai mudar alguma coisa quando a cultura do rame-rame é a das próprias chefias.
Alterações Climáticas

Ecoansiedades e violências climáticas

Há dois caminhos para a ecoansiedade dos jovens: um é aproveitar o seu potencial e vontade de transformar o mundo, outra é impedi-los de toda de qualquer atuação. Decidam o que querem fazer.
País

O triunfo dos sonsos

Actuar em favor de quem está no poder é considerar que não há alternativas e tal é, em si mesmo, desacreditar da democracia. Cada chefe mau precisa de um exército de sonsos que o aceitem e legitimem.

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