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“Caminha o homem quando sabe bem para onde deve ir”

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Está visto pelo resultado das eleições europeias que a pulverização à direita de mini-movimentos mini-grupos, mini-partidos e mini-coligações não serve e não resolve o problema.

A um passo das eleições legislativas, é tempo de ponderação e de escolha.
A escolha do caminho a trilhar nos próximos 4 anos de legislatura.
Para onde ir e por onde ir, na alternativa política à geringonça.
Qual o caminho a abraçar?
Como ensinava Carrón, em sintonia com o grande São Paulo, “a escolha entre um e outro caminho não pode ser uma “criação” nossa, mas deve ser um ‘reconhecimento’ nosso”.
No sentido de que a nossa liberdade deve aderir à indicação (moral) que nos assinala o caminho.
Com efeito, em liberdade só há uma escolha: a boa escolha.
Está visto pelo resultado das eleições europeias que a pulverização à direita de mini.movimentos (ainda que federativos), mini-grupos, mini-partidos e mini-coligações (do Aliança e do Basta ou Chega ao iniciativa Liberal) não serve e não resolve o problema.
Uma aparência de energia e de projecto que, afinal, não passa de um plasma.
Em física e em química algo de similar a um gás, cuja premissa básica é a de que se aquecido provoca a dissociação das suas ligações moleculares, convertendo-o nos seus átomos constituintes…
Algo de virtual, que não consegue sair das antecâmaras da mais pura e acre especulação política.
Um eixo torcido que não conhece o país, nem o percebe nos seus mais profundos problemas e anseios.
Está visto, por outro lado, que a geringonça da esquerda governa melancolicamente sem alma e sem rumo, entretida na gestão da distribuição de rendas do dia a dia.
Numa altura em que somos o 4.º país do mundo com pior taxa de natalidade.
Um exemplo.
Um susto.
O rumo também não pode ser o não rumo da abstenção.
O ponto decisivo da escolha política a fazer em Outubro de 2019 é a forma de olhar o futuro, o critério dessa escolha.
Que só pode ter como centro o serviço ao outro e ao bem comum, a projecção da vida da família e da sociedade, e não um qualquer utilitarismo particular de um indivíduo ou de grupos socio-profissionais organizados (como funciona fanaticamente a geringonça).
A esta luz, e tendo em conta todos os sinais de crise civilizacional (muito) negativos que nos foram e são dados pelas escolhas da união de esquerda incumbente, além da lamentável rota de naufrágio do PSD, a única alternativa política de espectro nacional e de postura de serviço possível de identificar é o CDS e o seu programa eleitoral, pontuado por boas medidas que já estão a ser escrutinadas e validadas na praça pública, da reforma da formação profissional e da abertura da ADSE, ao desenho de urgentísimas medidas de protecção dos contribuintes.
E na política, como na vida, não vale a pena inventar o que já está inventado.
Até por uma questão de instinto de preservação, a direita tem de se unir e mobilizar.
Acender a sua combatividade e estar pronta para a luta política da campanha eleitoral de Outubro.
E já agora, sem investidas ruminantes e sem direcção contra provocações em movimento, venham de onde vierem.
Focada completamente na acção e na preparação do futuro, sem medo.
Com ampla divulgação do seu projecto político e das suas medidas.
Entusiasmada com a possibilidade de eleição pelo CDS para o parlamento de uma nova geração de deputados, muito mais livre, muito mais independente e muito mais preparada.
Em que pontuam, vale a pena recordar, Assunção Cristas (por Lisboa), Cecília Meireles (pelo Porto), Filipe Anacoreta Correia (por Viana do Castelo), Raquel Abecassis (por Leiria), Francisco Rodrigues dos Santos (pelo Porto), Nuno Moreira (por Bragança), Paulo Pessoa de Carvalho (por Évora) ou o Sebastião Bugalho (por Lisboa).
Um CDS sem reacções defensivas e sem recuos.
Fugindo ao isolamento.
Propondo o todo à parte.
Consciente do seu poder.
Sem alternativa.

Advogado

Não queremos ser todos iguais, pois não?

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