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Miguel Alvim

Convidado

Artigos publicados

Partido Chega

A curva do Mónaco

O Chega é um puro produto de marketing. Caro, portanto. Não nasceu na Rua da Betesga, nas periferias sem futuro e abandonadas a si próprias, mas nalgum escritório citadino de alta roda.
Política

Quem quer ser livre?

103
É urgente um ar novo na política portuguesa. Algo de vital por oposição a esta morte lenta. Um projecto político simples, claro, eficiente e objectivamente reformista.
Pandemia

Os esquecidos

124
Ajudar as famílias é a primeira obrigação do Estado, uma obrigação absolutamente urgente e inadiável. É o seu dever moral e institucional primordial.
Coronavírus

A lei da realidade

Há um país feito de gente que não vem nas estatísticas e que agora não sabe o que fazer, impossibilitada de na prática exercer os seus direitos de cidadania, de aceder a soluções mais estruturadas.
Coronavírus

Uma Europa a sério

A falta de solidariedade exibida pela Alemanha e pela Holanda no Conselho Europeu não é apenas mesquinha, mas totalmente transgressora do espírito e da lei dos tratados europeus.
CDS-PP

A loja dos gelados

A vida partidária não pode resumir-se a um clube de cromos, com claques. O CDS não é uma barraca de gelados, que depois do desaire de Outubro de 2019 tenha de mudar apressadamente de sabores.
CDS-PP

Para lá dos slogans

Não vejo a IL, nem o Chega, nem os seus protagonistas, capazes de assegurar esta empreitada, que não é liberal, mas social. Resta o CDS, com a sua história, o fundo personalista e o programa político
Eleições

Tenham juízo

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Não é a pulverização grotesca e populista da direita política em minigrupos de “salvação nacional” coincidentais (Chega, Iniciativa liberal, Aliança, etc) que vai salvar o que quer que seja em Outubro
CDS-PP

Caminha o homem quando sabe bem para onde deve ir

Está visto pelo resultado das eleições europeias que a pulverização à direita de mini-movimentos mini-grupos, mini-partidos e mini-coligações não serve e não resolve o problema.
CDS-PP

O rei vai nu ou tempo para outras escolhas

O bom trabalho de toda uma legislatura do CDS não pode ser confundido com dois falsos temas, a saber, o da reposição do tempo de serviço dos professores e o da malfadada passadeira lgbt de Arroios.
Eleições Europeias

Notas breves sobre a grafonola

As pessoas acabam por assistir com mais ou menos gozo a esta parada das campanhas, porque é como a Volta a Portugal em bicicleta ao passar na terra. Não se cobra bilhete, há barulho e luzes que bastem
CDS-PP

O partido da liberdade

Falta agora ao CDS apresentar rapidamente o programa eleitoral. Que tem de ser denso, criativo, desassombrado e ao mesmo tempo simples e articulado. Atraente e eficiente.
CDS-PP

O peso das escolhas

O único, exclusivo e fundamental ponto é este sinal imensamente negativo dado à sociedade: é que, afinal, parece que o cargo não executivo na Galp é mais importante do que ser vice-presidente do CDS.
Animais

Sinais dos tempos

A protecção da totalidade da realidade natural e nela da pessoa, de todas as pessoas sem excepção, é a obrigação mais solene, mais grave e mais urgente do sistema político-partidário português.
CDS-PP

Mudar a bem

Temos de pensar nas pessoas e nos seus problemas mais sérios, da liberdade de escolhas até à vitalização do sistema político e ao futuro económico e institucional da União Europeia.
CDS-PP

Portugal 2019

As eleições ganham-se com trabalho. Na medida da preparação, do empenho e do esforço de todos os protagonistas. Mas não basta. O outro lado da receita tem nome: convicções fortes e boas ideias.
Acidentes e Desastres

A ponte

Em Borba, não há volta a dar, nem panos quentes, nem as conversas redondas, moles e fiadas do costume. Toda a gente sabe. Toda a gente viu.
Bloco de Esquerda

A "guerra civil" do Bloco de Esquerda 

O BE e os seus fautores e dirigentes projectam um país dividido, feito da luta entre grupos mais ou menos organizados cá dentro.
Orçamento do Estado

Os pesos e as medidas de um novo tempo  

Um pantanoso e degradante mercantilismo dos interesses vai-se esparramando imparavelmente sobre a complacente inércia de demasiada gente.
Bloco de Esquerda

Os mata-frades de serviço

124
A esquerda bloquista não vê um Povo mas projecta um aglomerado de gente urbanizada e desenraizada que pretende sem alma, sem fé, sem espiritualidade nem verdadeira religião.
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