1 Há algo que podemos sempre contar com o PCP: a certeza de que o fanatismo e a ortodoxia de ferro dos comunistas é sempre uma via verde para as posições mais abjetas que possamos imaginas. Lenine pode ter aprendido com Maquiavel. Mas os comunistas portugueses aprenderam definitivamente com Lenine e com Estaline: os fins justificam (sempre) os meios.

Quando um grupo terrorista chamado Hamas mata indiscriminadamente cerca de 900 pessoas (sendo a maioria civis israelitas, nomeadamente mulheres e crianças), tais atos são para o PCP meros “acontecimentos” que são o “resultado de décadas de ocupação” da Palestina por parte de Israel.

Quando os mesmos terroristas islâmicos, que defendem a criação de uma ditadura religiosa como a do Irão, raptam cerca de 100 civis (novamente, muitas mulheres e crianças) para levá-las para a Faixa de Gaza, existindo mesmo ameaças de violência sexual contra as mulheres, tais atos para o PCP são novamente “acontecimentos” cuja responsabilidade pertence naturalmente ao “governo de extrema-direita de Netanyahu” e aos “colonos israelitas”.

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