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Num espaço de tempo relativamente curto, o Presidente da República já avançou e já recuou perante a crise larvar que está a minar Portugal há mais de cinco anos. Desde o «golpe eleitoral» de 2015 que o país está em situação crítica, dependendo de uma aliança nunca anunciada e falsa quanto à unidade de objectivos dos membros de uma «geringonça» meramente oportunista, que apenas tem em mira o acesso aos poderes e recursos estatais. Face ao «golpe» assestado pelo PS vai fazer seis anos, cresce o inquietante afastamento dos cidadãos perante a participação nas sucessivas eleições que temos tido desde então.

Paira, pois, sobre o país uma descrença completa na capacidade do actual sistema partidário produzir soluções positivas para a generalidade dos problemas que o país tem acumulado desde o início do século XXI e que está espelhado, presentemente, na maior dívida pública das últimas décadas! A pandemia, obviamente, não pode ter deixado de agravar a crise e não é a badalada «bazuca», nem tão pouco o regresso dos turistas ou a especulação imobiliária, que vão tirar o país do atoleiro em que o PS e os seus comparsas nos meteram e continuarão a meter enquanto a «geringonça» eleitoral se mantiver. Princípios são coisa que não existe e o único fito do trio é manter-se no poleiro.

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