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Laurinda Alves

Colunista

lalves@observador.pt
Papa em Fátima

Vida bruta

Laurinda Alves

Penso que é desta competição, desta descomunicação e vida bruta que o Papa parte para apontar outro campeonato. Ele, que tal como nós, também vive neste mundo, sabe que atravessamos os dias a competir

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Surf

Ondas gigantes no surf, como na vida

Laurinda Alves

Treinar a gestão do stress e dos medos não está só ao alcance dos atletas de alta competição e dos surfistas das ondas mais altas. É possível e desejável fazê-lo mesmo sem entrar em campeonato nenhum.

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Família

Nomes de que ninguém gosta

Laurinda Alves

Porque os nomes e os apelidos pertencem àquilo que nos é imposto, importa perceber que tão importante como recebê-los, é saber aceitá-los. E usá-los, mesmo sem manual de instruções.

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Família

Avós e netos

Laurinda Alves

Impressiona sempre conhecer avós com abertura de espírito para acolher cada um dos seus netos. Esta maneira de acolher todos, fazendo sentir a cada um que é especial, é fabulosa. 

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Comportamento

Ao terceiro dia

Laurinda Alves

Nas alturas em que a vida parece indecifrável e as rotinas ficam abaladas, o mundo fica um lugar tão estranho que apetece apagar a luz e pedir para nos acordarem quando tudo tiver passado.

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Família

Pai

Laurinda Alves

Escrevo para que outros filhos e outros pais não se esqueçam de que tudo passa, menos o amor. No coração de um pai ficam para sempre gravados todos os gestos de amor. No coração dos filhos também.

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Festival Eurovisão da Canção

Sal Sobral

Laurinda Alves

Ouve-se o Salvador e nunca mais se esquece, mas atrevo-me a dizer que tão importante como a música do Salvador é o seu amor, a sua paixão pelo que faz. Existe porque canta, e canta para poder existir.

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Morte

Vinte anos, quase vinte e um

Laurinda Alves

Termino dedicando esta simples crónica a quem sente que sofre mais do que consegue suportar e, em especial, aos queridos pais de um querido filho que morreu com vinte anos, quase a fazer vinte e um.

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Lisboa

Apaguem as luzes de Carnaval

Laurinda Alves

Antigamente dava gosto atravessar as ruas e ver pais e filhos, avós e netos pela mão, a passearem devagar, com tempo para admirar as luzes de Natal. Agora é um desgosto percorrer as mesmas avenidas.

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Jesus Cristo

Sem perdão?

Laurinda Alves

Mesmo sem ter a noção disso, a minha vida espiritual adulta construiu-se a partir da imagem da mulher que os homens queriam delapidar. Não por ela ou por eles, mas pela entrada de Jesus no cenário.

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Crónica

No meu comboio

Laurinda Alves

Não sei porque é que as amigas riam e a rapariga chorava, apenas sei que visto do meu comboio, o mundo pode ser ao mesmo tempo um destino mágico e um lugar estranho.

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