O conhecimento é uma arma poderosa. Apostar na formação e ensino, na investigação universitária, no empreendedorismo e inovação são eixos fundamentais para o progresso da sociedade. Existem áreas que permitem à humanidade dar passos de gigante, no que respeita, por exemplo, ao combate às doenças e ao aumento da esperança de vida. Disciplinas do saber, como a química medicinal ou a biotecnologia, têm uma importância decisiva no processo de inovação de fármacos ou na implantação de dispositivos médicos no corpo humano.

Vanessa de Brito, que está empenhada no doutoramento em química medicinal, é uma das estudantes apoiadas pelo Banco Santander, tendo recebido uma bolsa de incentivo que lhe permitiu seguir em direção ao seu sonho. O projeto que desenvolve visa sintetizar moléculas potencialmente úteis no tratamento do cancro ou de problemas da próstata, doenças associadas, na maioria dos casos, ao envelhecimento. “Este trabalho de investigação é bastante relevante, dada a grande incidência e prevalência destas duas doenças na população masculina, bem como a inexistência de moléculas, fármacos, disponíveis no mercado que possibilitem um tratamento deveras eficaz e seguro para as patologias referidas, que não acarretem uma diminuição significativa da qualidade de vida do paciente”, explica.

Criação de conhecimento para uma sociedade melhor

A bolsa de incentivo atribuída a Vanessa de Brito nasce de uma parceria entre o Santander e a Universidade da Beira Interior (UBI), na qual a investigadora é também professora assistente. O objetivo deste apoio é financiar candidatos para desenvolver projetos científicos com vista à obtenção do grau de doutor pela UBI. Os trabalhos a realizar devem integrar-se nas atividades de pesquisa desenvolvidas na faculdade ou unidade de investigação onde irá integrar-se o bolseiro.

Vanessa de Brito reconhece que este apoio constituiu um impulso fundamental para chegar mais longe. “Obter o grau máximo era uma ambição minha. No entanto, não o faria sem obter financiamento.

Bolsas e impacto social por todo o país (2017)

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> 293 bolsas de estudo
> 243 bolsas de mobilidade ibero-americanas e internacionais
> 267 bolsas sociais
> 335 bolsas de estágio
> 12 prémios
> 53 protocolos com as principais universidades e politécnicos
> 387 projetos apoiados no meio universitário

Assim, posso dizer que o nome bolsa de incentivo, no meu caso, não poderia ser mais adequado e que foi um grande estímulo para prosseguir de imediato para o doutoramento”, explicou.

A jovem investigadora consolidou métodos de trabalho, publicou artigos em revistas científicas e participou em alguns congressos. “Todo o trabalho que desenvolvi ao longo desse tempo contribuiu para enriquecer o meu currículo e, deste modo, concorrer com maiores hipóteses de sucesso a uma bolsa individual de doutoramento financiada pela Fundação para a Ciência e Tecnologia”, que acabou mesmo por se concretizar, sublinhou.

“As Pessoas Contam” para o Santander

A estudante é também um dos rostos da campanha de sustentabilidade, lançada recentemente pelo Santander, com o objetivo de divulgar o investimento em responsabilidade social corporativa, e que assenta em três áreas fundamentais: o bem-estar social, o voluntariado e a formação. As Pessoas Contam é o mote que inspira esta iniciativa que tem “o compromisso de construir uma sociedade mais justa, criando oportunidades, promovendo maior qualidade de vida e sucesso para todos”, como explica a própria instituição financeira.

3.748 bolsas e prémios universitários

Uma das principais vocações do Santander é ajudar a formar novas gerações. O Banco assume a missão de apoiar empresas e pessoas, numa perspetiva de responsabilidade corporativa, e os resultados estão à vista. Na área da formação, já foram atribuídas 3.748 bolsas e prémios universitários.

O Santander tem como objetivo identificar e valorizar o mérito, através de programas que estimulem a capacitação dos alunos, como as bolsas de incentivo ou de mobilidade. Além disso, está empenhado em apoiar a investigação e inovação, o empreendedorismo e empregabilidade.

Entre 2013 e 2017, o investimento do Banco na área da responsabilidade social aumentou 36%, passando de 5,5 milhões de euros, em 2013, para 7,5 milhões de euros, em 2017.