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As funções policiais do SEF relativas à gestão de fronteiras e ao combate às redes de tráfico humano devem ser redistribuídas por outras forças policiais e serviços de segurança e separadas das funções administrativas. Como, quando e com que protagonistas? Ainda ninguém sabe, mas o caso já motivou uma dura troca de palavras entre Eduardo Cabrita, um ministro em crise, e o diretor da PSP, que depende politicamente do Ministério da Administração Interna.

O anúncio foi feito durante a semana num comunicado que começava com uma citação do programa do Governo e terminava com o anúncio de demissão da então diretora do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) Cristina Gatões. Foi, aliás, a demissão de Gatões, nove meses depois do brutal homicídio de um cidadão ucraniano retido no aeroporto de Lisboa, que terá precipitado essa decisão.

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