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Foste nosso convidado em Teerão e comemos kebab — lembras-te ?? Conversámos sobre Portugal, o teu trabalho e a tua ida para Portugal. Tenho algumas perguntas sobre residência em Portugal ??“.

O código da Guarda Revolucionária iraniana (GRI) para contactar Behdad Esfahbod era este. “Contactavam-me a falar de Portugal, foi o que combinámos”, conta ao Observador o bem sucedido programador de 38 anos. A mensagem em código para começar a passar informação ao exército do Irão tinha Portugal como tópico porque o seu sonho e da antiga parceira era viverem no país, algo que estava a conseguir com um visto Gold. Um sonho que colapsou depois Behdad ter ido visitar a família ao Irão, em janeiro, e ter sido “feito refém” pela Guarda Revolucionária durante “sete dias e seis noites”.

"Contactavam-me a falar de Portugal, foi o que combinámos”. A mensagem em código para começar a passar informação ao exército do Irão tinha Portugal como tópico porque o seu sonho e da antiga parceira era viverem no país

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