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Com dois ministros de António Costa a “aquecer a casa” — a apoiante e coordenadora do programa (Alexandra Leitão) e o ex-futuro rival na corrida à liderança (Fernando Medina), Pedro Nuno Santos apresentou um programa com algumas novidades, mas no qual também se vê uma linha de continuidade com o legado do primeiro-ministro.

Um dos primeiros sinais dessa continuidade é o compromisso com as “contas certas” e em relação às quais o ministro das Finanças deixou vários recados à direita. Além do “não prometemos o que sabemos que não podemos cumprir”,  Medina acusou a principal força da oposição de ter um programa que é “um embuste, um instrumento sem qualquer credibilidade”.

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