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É o último Orçamento do Estado de António Costa. Entra em vigor a 1 de janeiro de 2024, quando o Governo já estiver de saída e a Assembleia da República dissolvida. O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa quis que o documento que rege as contas públicas fosse aprovado antes de por fim ao ciclo António Costa.

Foram oito anos de vários orçamentos, um chumbado, e dois revistos (um por causa da intervenção no Banif em 2015, documento que tinha herdado de Passos Coelho; e outro em 2020 por causa da pandemia de Covid-19).

Orçamento suplementar ou retificativo? Faz diferença para quem quer “defender a reputação”

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