José Manuel Fernandes

Colunista

Nasci a 7 de Abril de 1957 e sou jornalista desde 1976, passei por vários jornais (Voz do Povo, Expresso) e fui fundador e, mais tarde, director do Público (de 1998 a 2009). Escrevi vários livros, nomeadamente O Homem e o Mar, o Litoral Português (Círculo de Leitores/Gradiva), Diálogo em Tempo de Escombros (com D. Manuel Clemente, Pedra da Lua), Liberdade e Informação (Fundação Francisco Manuel dos Santos) e Era Uma Vez a Revolução (Aletheia) e colaboro, como professor convidado, com o Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa.

Artigos publicados

Novo Governo

Se isto não é um pesadelo, o que será um pesadelo? /premium

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O gigantismo do governo é uma decorrência da natureza deste PS, e o mais assustador é a que a sua forma de pensar é mesmo a que lhes convém para, sem problemas de consciência, tomarem conta disto tudo
Política

O Chega chegou para ficar /premium

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Muitos choram lágrimas de crocodilo porque o Chega elegeu um deputado. Em vez disso era mais útil e menos arrogante tratarem de perceber o que está mal para ter sido a escolha de tanta gente humilde.
Legislativas 2019

O país que finge que está tudo normal /premium

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Festejem, festejem, mas que ninguém pense que algo de reformista e estruturante possa vir a ser feito por um governo de António Costa neste tempo de pós-geringonça à esquerda e Rio sem fim à direita.
Legislativas 2019

O dia em que somos tratados como bebés

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A forma como vivemos o dia de reflexão é um absurdo, um arcaísmo herdado dos dias da revolução. O black-out informativo deste sábado é um forma de infantilizar os eleitores e menorizar o jornalismo.
António Costa

A geringonça já era. O que é que vem aí? /premium

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Costa já sabe duas coisas: que não vai ter maioria absoluta e que não quer governar pendurado no Bloco. Mas pode acontecer que a sua derrota seja de novo a sua vitória, permitindo-lhe governar com Rio
Eleições Legislativas

Estratégia de sonso para chegar à maioria absoluta /premium

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Os portugueses não querem uma maioria absoluta mas o PS quer desesperadamente o poder absoluto. Só que quer chegar lá de mansinho, para não darmos por isso, com aquela sonsice a que Costa nos habituou
Operação Marquês

Será que a Justiça portuguesa não tem vergonha? /premium

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Há muito que Rui Rangel embaraça a Justiça portuguesa. Mesmo assim não se evitou o embaraço, a imensa vergonha, de permitir que lhe fosse de novo parar às mãos um recurso de Sócrates. Como é possível?
Eleições

Fui ler o programa do PAN e apanhei um susto /premium

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O PAN cresce com a nossa ignorância. Não sabemos bem o que é, ignoramos quase tudo o que propõe. Quando escavamos um bocadinho percebemos que o ambientalismo esconde uma agenda perigosa e autoritária.
Eleições

Sonâmbulos. Não passamos de sonâmbulos /premium

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Todos os anos o acampamento do Bloco é uma boa oportunidade para recordarmos que aquele partido é formado por radicais e comunistas. Mas que têm mel e levam ao engano. Tudo porque escolhemos ser cegos
Democracia

Ensaio cínico sobre uma maioria absoluta do PS /premium

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Ainda não têm a maioria absoluta e já se portam como se fossem donos disto tudo. Como será se a tiverem? Mas se não a tiverem, quanto custará ao país uma "geringonça 2.0"? Ou pior, uma mexicanização?
António Costa

A culpa não foi dele. A culpa nunca é dele /premium

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Ninguém estava a culpar Costa pelo fogo de Vila de Rei/Mação, mas ele correu a responsabilizar os autarcas. É difícil imaginar um gesto de maior insensibilidade social. Politicamente foi uma canalhice
PSD/CDS

Sem tecto, entre ruínas: o destino de PSD e CDS /premium

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Como sonâmbulos a caminho de um abismo, PSD e CDS parecem não entender que nenhum eleitoralismo substituirá o património político que desbarataram e a alternativa política que não souberam construir
Racismo

Não podemos ignorar o texto de Fátima Bonifácio /premium

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As generalizações feitas por Fátima Bonifácio são abusivas, caricatas, mesmo ofensivas.O argumento sobre a herança dos Direitos do Homem é absurdo. Mas há verdades no seu texto que não podemos ignorar
Saúde

A história da Matilde é a história do nosso futuro /premium

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Vamos conhecer cada vez mais Matildes. Vai haver muito mais casos em que pagar o tratamento que salva nos confrontará com o seu custo. Haverá mais milagres de solidariedade, e também escolhas difíceis
Governo

Um país que não gosta de se olhar ao espelho? /premium

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Confesso: sou culpado. Também fui a uma Loja do Cidadão antes do horário de abertura. E o que lá vi foram sinais do país "poucochinho" que foi ficando para trás. Sinais que depois os números confirmam
10 de junho

Caro João Miguel, somos o país que escolhermos ser /premium

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É verdade: a corrupção vicia as regras do jogo e o elevador social está avariado. Mas não precisamos de um novo desígnio nacional, bastava-nos romper com o pântano moral das conveniências e compadrios
Serviço Nacional de Saúde

Costa, Louçã e o perigoso jogo de espelhos do SNS /premium

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O PS e o Bloco envolveram-se numa polémica estéril e pueril que trata de esconder os principais problemas de um SNS que está a ser abandonado pela classe média e se arrisca a servir apenas os pobres.
Crónica

Um povo manso também se abstém, qual a surpresa? /premium

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Nenhuma oposição ao nosso manso declínio terá sucesso – como as eleições mostraram – se não se tiver a audácia de ser diferente e fazer sonhar com um país melhor, mais do que este Portugal poucochinho
Eleições Europeias

Vão chover raios e coriscos por causa deste artigo /premium

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Às vezes tenho mais medo dos visionários do que dos populistas. Isto é, receio mais o autismo utópico de Macron que a demagogia de Salvini. Estão chocados? Não estejam. Escutem a revolta dos eleitores
Caixa Geral de Depósitos

É triste, mas Berardo continuará a rir-se do país /premium

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Se a cultura política é a mesma, os hábitos os mesmos, a indiferença cívica a mesma, até alguns protagonistas os mesmos, acham que é por perder a comenda que Berardo vai deixar de se rir de nós todos?
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