Maria João Avillez

Colunista

Iniciei a minha actividade profissional ainda estudante, com 17 anos, na RTP, no “Programa Juvenil” e desde  então não mais parei de fazer jornalismo. Fui redactora principal do Expresso, trabalhei no Público e colaborei em diversos meios de comunicação -  do Diário Noticias à revista Sábado, da TSF à Rádio Renascença, da RTP à SIC Noticias. Coube-me a autoria e a apresentação de  centenas de programas semanais  - radiofónicos e televisivos - de debate político ou grandes entrevistas. Em 1982 ganhei o Prémio EFE de Jornalismo, com “Sá Carneiro – o Ultimo Retrato”. Entre 1987 e 1989 trabalhei como assessora no Gabinete do então Ministro da Educação, engenheiro Roberto Carneiro. Tenho dez livros publicados entre os quais se contam as biografias de Sá Carneiro e Mário Soares; um volume sobre Álvaro Cunhal e um longo diálogo com Vítor Gaspar, para além de dois livros de entrevistas e de duas obras dedicados ao trabalho desenvolvido pela Fundação Gulbenkian no espaço geográfico onde se fala português.

Artigos publicados

Espanha

A previsibilidade do erro /premium

Sinalizou-se a diferença para pior: o futuro espanhol não terá a consistência nem a decência de uma aliança com valores e objectivos comuns. Essa trivialidade está a cair em desuso.
Cinema

A inspiração /premium

Paulo Branco e Tiago Guedes poderiam ter lidado com a “Herdade” bem ou mal, melhor ou pior, com arte ou pulso fraco mas não: foi com esse fôlego que só a grande inspiração permite.
Política

A não ser que /premium

O país está civilizacionalmente a deslassar mas no “espirito do tempo” o único factor não deslassado é o policiamento do pensar e a urgência de agir segundo mandamentos e cânones radicais.
PS

Raízes /premium

O PM sinalizou que o PS se mantém fiel à “marca” da casa. Às suas raízes. Mesmo que na sua mente não tenha ocorrido afastamento da órbita social-democrata, Costa quis lembrar a matriz. Fez bem.
Hospitais

Contar /premium

A dificuldade de contar era directamente proporcional à incredulidade que suscitaria, mas não tinha eu “visto”? E o desafio não era afinal a descoberta de que “ali” também podia escorrer o talento?
Legislativas 2019

Outono /premium

Sempre vimos António Costa exibir a segurança que lhe advinha da facilidade de reverter e distribuir. Mas agora vem o Outono.
Política

E Carlos Moedas? /premium

Vai ter um gabinete na Avenida de Berna no andar reservado aos administradores da Gulbenkian, enquanto a política espera. Ou ele por ela.
Eleições na Madeira

Na Madeira /premium

Que dizer do receio semi-escondido do PS de não ter maioria absoluta versus o sonoro alívio manifestado ontem pelo mesmo PS por a Madeira se ter livrado dessa praga horrível?
Crónica

O Verão /premium

Quando as coisas “impossíveis” acontecem é como um certificado: sabemos que podem acontecer e por isso, voltar a acontecer. O desconsolo é maior que o consolo.
Política

E é isto /premium

Nenhuma democracia resiste a funcionar só pela metade. Mas cerzir o profundíssimo rasgão no tecido político e partidário da outra metade irá demorar anos.
Eleições na Madeira

O desafio crucial de Costa na Madeira /premium

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Se trago a Madeira do Atlântico foi por saber até que ponto é vital para António Costa a derrota de Miguel Albuquerque daqui a três meses. Costa quer tudo dele, ilhas incluídas.
Crónica

Que fica do que passa? Nada? (E duas notas) /premium

Que foi preciso ir acontecendo de tão sulfúrico no país para ocorrer uma demissão da inteligência, da sensibilidade, da cidadania, da responsabilidade, desta envergadura?
Igreja Católica

No melhor pano caem as nódoas /premium

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Será a exposição pública fornecedora de maior delicadeza, exigência, complexidade na prática da fé e no seu testemunho? Ou não? E como era então “Deus nisso tudo?”
Política

À atenção da direita /premium

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Espantei-me que não se espantasse mais com o estado de saúde das direitas em Portugal: que país normalmente constituído e com um regime democrático sobrevive com metade da democracia a funcionar?
Livros

O dr. António Sousa Homem & família /premium

Nessa noite, ao apagar a luz, com um cansaço jubiloso, feito de uma curiosidade que galopava à minha frente, surpresa sem nome e raríssimo deleite, olhei distraidamente para o relógio: era madrugada.
Nápoles

Uma cidade inexplicável /premium

Um distraído talvez não acredite nesta coabitação entre um quase inclassificável e tão rico passado e os dolorosos sinais da sua própria decadência. E um apressado nem notará o inexplicável de Nápoles
António Costa

Há-de haver quem não lhes perdoe (eu, por exemplo) /premium

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Até Outubro Costa tem o guião pronto, o centro e a direita escreveram-no diante de todos nós: graças a uma irresponsabilidade ainda turva, ele passou a ser “o” responsável, “o” patriota, “o" moderado.
Crónica

Um grande livro, um grande homem, uma grande vida /premium

Dada esta circulação de ar e de ideias, mal disparou o PREC o nosso “Campo Grande” assumiu-se muito naturalmente como poiso de revolucionários e de contra-revolucionários.
Medicina

João Lobo Antunes /premium

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Porque é que aquele rapaz tão bonito, de olhar azul claro, um companheiro de trabalho tão curioso e atento aos outros, parecia por vezes taciturno e quase triste? “Estudava muito” dizia-se por lá.
Crónica

Amêndoas da Páscoa /premium

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Daqui a uns dias Notre Dame terá algumas linhas nos jornais e quando muito falar-se-á nos milhões doados pelos “ricos”, não no valor do ex-libris da civilização que nos foi berço e nos é raiz e matriz
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