Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

Vários temas mereceriam esta semana ser tratados. Entre eles o Orçamento do Estado para 2021 que simbolicamente marcou o fim (ou pelo menos a interrupção) da Gerigonça, colocando o Governo nas mãos do PCP, como refere Paulo Trigo Pereira. Ou ainda a persistente falta de transparência das contas públicas, não se conhecendo quanto custou efectivamente o acordo com o PCP: o ministro das Finanças afirmou na entrevista à RTP que são apenas centenas de milhões e que já estava previsto na proposta. Como assim, já estava previsto?

Se a proposta de Orçamento não reflectia apenas as medidas que estavam anunciadas, então não correspondia à realidade e todos nós estivemos a trabalhar sobre uma ficção, incluindo a Comissão Europeia, à qual o Governo é obrigado a apresentar previamente as contas. Mas esse é um tema a que voltaremos. Neste processo de aprovação orçamental vale a pena regressar ao Novo Banco, o caso deste ano, com uma nunca vista interrupção dos trabalhos para negociar. Vale a pena olhar para o tema e perceber exactamente o que está em causa.

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.