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Quando António Costa perdeu as eleições em 2015 a crise económica e financeira estava ultrapassada. A economia voltara a crescer, a dívida pública atingira o seu pico e dava sinais de estancar. O desemprego iniciara a sua curva descendente, o défice das contas públicas fora finalmente controlado e um excedente orçamental era possível e finalmente desejado pela classe política.

Durante o governo de Passos Coelho, PS, PCP e BE gritaram que vinha aí a espiral recessiva, nome que então se dava ao Diabo. Não veio. Nem o Diabo nem a espiral recessiva. O sucesso do governo PSD/CDS era inegável, como se aperceberam os eleitores há quatro anos. E não sou eu quem o diz mas Catarina Martins. E se Catarina Martins pode dizer o que quiser sobre o ciclo da água, porque não sobre as últimas eleições?

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