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Não se percebe o que levou o Governo a fazer este “não confinamento” perante números que já eram muito graves – desde 2 de Janeiro que Portugal é o país da UE com mais casos do que os mais afectados, como a Espanha, Itália e Alemanha (ver aqui e gráfico em baixo) – e face à perspetiva de colapso dos serviços de saúde, como se está a confirmar.

O primeiro-ministro pediu para não olharmos para as excepções. De facto, ironicamente, é mais fácil identificar o que, afinal, fecha, nesta espécie de confinamento. Resumindo, o que encerrou foram os restaurantes e cafés, os espectáculos e museus, os cabeleireiros e esteticistas, os ginásios e o comércio não alimentar.  E mesmo este pode vender “ao postigo”. Nesta espécie de confinamento, as restrições à mobilidade em alguns concelhos são até inferiores às que existiam anteriormente.

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