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O Chega tem quatro anos de vida, conta com cinco convenções (a caminho da sexta), três delas por imposição de decisões do Tribunal Constitucional, e está à espera para saber se vai ou não ficar de fora das eleições regionais da Madeira, exatamente devido a (mais) uma decisão do coletivo de juízes do Palácio Ratton — que vai anunciar na segunda-feira o resultado do pedido de impugnação às listas do partido.

André Ventura tem-lhe chamado “a maior perseguição a um partido desde o 25 de Abril”, o partido Alternativa Democrática Nacional (que fez o pedido de impugnação) considera que para cumprir a lei é preciso que “o Chega seja impedido de ser candidato”, mas o Tribunal Constitucional tem a última palavra num processo que já foi descartado pelo Tribunal Judicial da Comarca da Madeira. É mesmo provável que o nome do Chega desapareça do boletim de voto?

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