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São medidas para todos os gostos. Depois de apresentado o Orçamento Suplementar, os partidos lançam agora as propostas de alteração. E uma fatia importante destas medidas são dirigidas ao emprego e ao mercado laboral. Umas tentam proteger os trabalhadores de despedimentos, não só proibindo que aconteçam durante a crise, mas revertendo os que já tiveram lugar desde que a pandemia chegou a Portugal. Outras, mais liberais, visam o regresso do banco de horas individual que Vieira da Silva, ex-ministro do Trabalho, eliminou do Código do Trabalho em 2019; ou que os trabalhadores possam optar por abdicar das férias para trabalharem.

Há ainda propostas para melhorar a proteção no desemprego. E aqui os partidos parecem mais alinhados. Defendem a redução, ou mesmo eliminação, de prazos de garantia (o período mínimo de descontos para ter acesso a um apoio) e que as condições de acesso sejam facilitadas. Para os profissionais de saúde, uma classe especial de trabalhadores durante a pandemia, os partidos também preveem prémios — mais do que a final da Champions em Lisboa.

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