É “bom senso” que Portugal consiga equilíbrios orçamentais e também é positiva a opção por reduzir a dívida pública. Tiago Neves Sequeira, professor de Economia na Faculdade de Coimbra, aponta, no entanto, para os endémicos baixos crescimentos da economia portuguesa.

Em entrevista ao Observador, a propósito do Orçamento do Estado para 2024, o professor apela a consensos, nomeadamente para se olhar para a fiscalidade em Portugal e para se assumir reformas para que ano a ano não haja mudanças sempre que o orçamento é aprovado. “Muitas vezes alteram-se políticas estruturais como políticas da educação, políticas da saúde, políticas que são muito importantes para o crescimento e para a produtividade”, até pelos mesmos espectros políticos, insiste.

Oiça aqui a entrevista a Tiago Neves Sequeira

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